Este é um espaço destinado a uma maior interação PROFESSOR X ALUNO, mas também voltado para debates de temas do cotidiano, dicas culturais (cinema, música, teatro e livros), divulgação de cursos, palestras entre outros. Sejam bem vindos!
sexta-feira, 14 de maio de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
UFPE decide manter uso do Enem na 1ª fase do Vestibular 2011
Infelizmente, o Conselho Universitário da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) decidiu, no fim da manhã desta sexta-feira (16), manter a utilização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como seleção para a primeira fase do Vestibular 2011. A Covest continua responsável pela segunda fase.
Além do reitor Amaro Lins, participaram do encontro o vice-reitor (Gilson Edmar), os seis pró-reitores, diretores dos 12 centros acadêmicos, chefes de departamentos, ex-reitores e representantes de servidores e alunos.
sábado, 27 de março de 2010
Reno é menor do que dizem documentos oficiais.
O rio Reno, o maior da Alemanha, é na verdade menor do que descrito em enciclopédias e documentos oficiais. E não se trata de algum efeito causado por um fenômeno natural.
Em vez dos 1.320 quilômetros de extensão até então creditados ao Reno, o rio tem aproximadamente 90 quilômetros a menos. O erro foi descoberto pelo biólogo Bruno Kremer, da Universidade de Colônia, e está na capa do jornal alemão Süddeutsche Zeitung neste sábado (27/03).
O rochedo Loreley, um dos símbolos do Reno, durante o verão
Refazendo as contas
A falha foi descoberta acidentalmente pelo biólogo: ele trabalhava numa publicação sobre o mais navegável dos rios alemães quando se deparou com números duvidosos.
"Eu percebi que, nos livros da primeira metade do século 20, o Reno era citado como sendo mais curto do que é agora: com um comprimento de aproximadamente 1.230 quilômetros. As enciclopédias modernas e muitas publicações do governo dizem que o rio tem 1.320 quilômetros", explicou Kremer ao jornal.
Para tirar a prova, Kremer foi até a fonte do problema: verificou o marco zero do rio no território alemão, que fica na cidade de Constança, e a região de Hoek von Holland, onde o Reno entra no mar e onde está o marco quilométrico indicando o km 1.036.
O biólogo então adicionou a extensão do Lago Constança e a parte suíça do rio – a soma apontou 1.233 quilômetros. "Nós refizemos os cálculos e chegamos a 1.232 quilômetros", disse Ankie Pannekoek, porta-voz do departamento hidrológico do governo holandês.
"Nós também temos o número 1.320 nas nossas publicações, apesar de sempre termos uma grande dúvida internamente", justificou ao Süddeutsche Zeitung o porta-voz do Instituto Federal de Hidrologia da Alemanha, Alfred Hommes.
Em abril, a comissão de hidrologia da área do Reno deve se reunir para checar a real extensão do rio "e, se for necessário, fazer uma correção oficial", completa Hommes.
Como o erro aconteceu
Segundo o jornal alemão, a troca dos números pode ter acontecido por volta da década de 1930 – as edições das enciclopédias Brockhaus de 1903, da Herder de 1907 e da Meyer de 1909 apresentam a extensão de 1.230 quilômetros.
No entanto, na enciclopédia Knaurs de 1932, o segundo e o terceiro dígitos estão invertidos, transformando-se em 1.320. Na Brockhaus, o erro aparece pela primeira vez em 1933, permanecendo até os dias atuais.
O Museu do Reno de Koblenz já fez a correção, segundo depoimento do diretor Rainer Doetsch. A editora Brockhaus informou que fará a alteração na próxima edição e o dado também deve ser retificado nos livros escolares.
terça-feira, 23 de março de 2010
Gestão sustentável da água é desafio global
O caso do Rio Citarum
Arsênico, metais pesados, fósforo, nitratos: o ciclo global da água é como uma cloaca – o que se introduz nele também sai do outro lado. E o preço da industrialização do mundo é água poluída e contaminada, tanto pelas fábricas como pelos assentamentos humanos.
Quase sempre o crescimento econômico teve primazia diante do meio ambiente. Foi assim que, com a industrialização do Vale do Ruhr, na Alemanha, sufocaram-se os rios Reno, Ruhr e Ems com os dejetos da indústria de carvão mineral e aço. Os pescadores desempregados amaldiçoavam os intragáveis "peixes de fenol".
Somente na segunda metade do século passado a legislação foi alterada de modo a impedir que águas residuais da indústria fossem lançadas nos rios sem tratamento prévio. Fiscalizações regulares e a ameaça de multas cuidam para que indústria e agropecuária respeitem as normas vigentes.
No entanto, há necessidade de fazer muito mais, insta o biólogo marinho Thilo Maack, da organização ambientalista Greenpeace. Antes mesmo da produção, é preciso assegurar que tudo, no processo produtivo, seja biodegradável. No caso do plástico, por exemplo, suas ligações e componentes químicos permanecerão décadas, mesmo séculos, no meio ambiente.
"Só deve ser permitido plástico que possa ser reciclado", exige Maack. É o que ele chama "fechar o ciclo de materiais". Um ciclo sustentável, portanto, onde na cloaca global só entre o que seja naturalmente degradável. E onde o critério para julgar uma produção efetiva não sejam apenas as perspectivas de faturamento, mas sim, em primeira linha, a conformidade ecológica.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Google Earth permite entrar em edifícios famosos de Barcelona
Os edifícios mais emblemáticos de Barcelona poderão ser percorridos virtualmente em três dimensões, graças a um novo aplicativo do Google Earth, serviço de informação geográfica do Google, revelado nesta quinta-feira.
Mediante um passeio virtual, o usuário poderá visitar tanto as construções medievais da cidade catalã como os grandes exemplos de modernismo da arquitetura contemporânea.
A começar pela Sagrada Família, o passeio virtual desce até o centro da cidade para mostrar a Catedral de Barcelona e continua até a Casa Milá, para depois se adentrar a arquitetura moderna visitando a Torre de la Collserola, ou a Torre Agbar, entre outros edifícios, segundo comunicado da empresa.
O passeio pode ser acessado pelo site http://earth.google.com/ ativando a opção para ver edifícios em três dimensões.
A ferramenta foi desenvolvida por usuários, em colaboração com o Google, através de seus programas de modelação gratuitos SketchUp e Building Maker.
domingo, 7 de março de 2010
Dois meses de saudades.
Anjos... de quatro patas! Existem pessoas que não gostam de cães. Estas, com certeza, nunca tiveram em sua vida um amigo de quatro patas. Ou, se tiveram, nunca olharam dentro daqueles olhos para perceber quem estava ali. Um cão é um anjo que vem ao mundo ensinar amor. Quem mais pode dar amor incondicional, amizade sem pedir nada em troca, afeição sem esperar retorno, proteção sem ganhar nada, fidelidade 24 horas por dia? Não me venham com essa de que os pais fazem isso, porque os pais são humanos. Se irritam, se afastam. Um cão não se afasta, mesmo quando você o agride. Ele retorna cabisbaixo, pedindo desculpas por algo que talvez não fez. Lambendo suas mãos a suplicar perdão. Alguns anjos não possuem asas. Possuem quatro patas, um corpo peludo, nariz de bolinha, orelhas de atenção, olhar de aflição e carência. Apesar dessa aparência, são tão anjo quanto os outros e se dedicam aos seus humanos tanto quanto qualquer anjo o faria. Que bom seria se todos os humanos podessem ver a humanidade perfeita de um cão!

O mais altruísta dos amigos que um homem pode ter nesse mundo egoísta. Aquele que nunca o abandona, que nunca mostra ingratidão ou deslealdade, é o cão. Ele dormirá no chão frio, onde os ventos invernais sopram. Quando só ele estiver ao lado do seu dono, ele beijará a mão que não tem alimento para oferecer. Ele lamberá as feridas e as dores que aparecem nos encontros com a violência do mundo. Quando todos os amigos o abandonarem, o cão permanecerá. Quando a riqueza desaparece e a reputação se despedaça, ele será constante em seu amor. Se a fortuna arrasta o dono para o exílio, o desamparo e o desabrigo, o cão fiel pede o privilégio maior de acompanhá-lo para protegê-lo do perigo. E quando a última cena se apresenta, a morte o leva em seus braços e seu corpo é deixado na laje fria, não importa que todos os amigos sigam seu caminho: lá ao lado de sua sepultura se encontra seu nobre cão... a cabeça entre as patas, os olhos tristes, mas em atenta observação. Fé e confiança mesmo à morte.
sexta-feira, 5 de março de 2010
CONFIRMADO: asteroide acabou com dinossauros !!!
Um grupo de 41 pesquisadores de todo o mundo reviu 20 anos de pesquisas para tentar confirmar a causa da chamada extinção do Cretáceo-Terciário (KT), que criou um "ambiente infernal" há cerca de 65 milhões de anos e extinguiu mais de metade de todas as espécies da época.
Além do asteroide, outra possibilidade cogitada era a atividade vulcânica na atual Índia, onde uma série de supererupções durou 1,5 milhão de anos.
O novo estudo, publicado na revista Science, mostrou que a culpa pelo fim dos dinossauros é de um asteroide de 15 quilômetros de diâmetro que caiu em Chicxulub (México). "Isso desencadeou enormes incêndios, terremotos medindo mais de 10 na escala Richter e deslizamentos continentais, que criaram tsunamis", disse Joanna Morgan, do Imperial College londrino, coautora do estudo.
A colisão teria liberado uma energia 1 bilhão de vezes mais poderosa que a bomba atômica de Hiroshima.
Segundo Morgan, "o último prego no caixão dos dinossauros" ocorreu quando o material da explosão voou para a atmosfera, envolvendo o planeta na escuridão e causando um inverno global ao qual muitas espécies não conseguiram se adaptar.
Os cientistas analisaram o trabalho de paleontólogos, geoquímicos, climatologistas e geofísicos. Com base nos registros geológicos, eles descobriram que na época da grande extinção houve uma rápida destruição dos ecossistemas marinhos e terrestres, e que o asteroide "é a única explicação possível para isso".
Peter Schulte, também autor do estudo, da universidade alemã de Erlangen, disse que os registros fósseis mostram claramente uma extinção em massa há cerca de 65,5 milhões de anos - época conhecida como fronteira K-Pg.
Apesar das evidências de vulcanismo ativo na Índia, os ecossistemas marítimos e terrestres só mostraram mudanças limitadas nos 500 mil anos prévios à fronteira K-Pg, sugerindo que a extinção não ocorreu antes e não foi motivada pelas erupções.
Gareth Collins, outro coautor do Imperial College, disse que a colisão do asteroide criou um "dia inferno" que marcou o fim do reinado de 160 milhões de anos dos dinossauros - mas também acabou sendo um grande dia para os mamíferos.
"A extinção KT foi um momento-chave na história da Terra, o que acabou abrindo caminho para que os humanos se tornassem a espécie dominante na Terra", escreveu ele no estudo.
Reuters.
terça-feira, 2 de março de 2010
Terremoto do Chile deixou os dias na Terra mais curtos.
Gross utilizou um modelo complexo para fazer o cálculo, que detectou uma redução de 1,26 microssegundos (um segundo por um milhão) no dia. O tremor deslocou o eixo do planeta de aproximadamente 8 centímetros.
O mesmo modelo foi utilizado para calcular o impacto do terremoto de 9.1 registrado em Sumatra em 2004. Na ocasião, a redução no dia foi de 6,8 microssegundos e a alteração no eixo da Terra foi de 7 centímetros.
O cientista explica que, embora o tremor do Chile tenha sido menor que o de 2004, ele afetou mais a Terra por causa da localização do fenômeno (no primeiro caso era mais próximo da linha do equador) e da profundidade da falha que causou o segundo terremoto, que envolvia um ângulo de inclinação mais acentuado.
Gross avisa, no entanto, que as previsões podem se modificar conforme sejam descobertos novos dados sobre o terremoto no Chile.
fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/03/02/terremoto-do-chile-deixou-os-dias-na-terra-mais-curtos-suspeita-cientista.jhtm
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Usuários do Nokia N97 já podem baixar o novo Ovi Mapas com navegação GPS gratuita.
A Nokia anuncia que a navegação GPS gratuita pelo Ovi Mapas, incluindo orientação ponto a ponto guiada por voz, agora também pode ser utilizada no Nokia N97. Usuários do modelo de 32 GB e tela sensível ao toque podem baixar a nova versão do aplicativo acessando o Nokia Mapas- http://www.nokia.com.br/servicos/nokia-mapas30.
A nova versão do Ovi Mapas inclui navegação veicular e para pedestres de 74 países em 46 idiomas, além de mapas detalhados de mais de 180 nações, entre outros serviços.
Além do Nokia N97, o Ovi Mapas com navegação gratuita também pode ser utilizado no Nokia 5800 Comes With Music e no Nokia 6710 Navigator. Até o final de abril, mais quatro produtos compatíveis farão parte do portfólio local, totalizando sete aparelhos.