Anúncio de lançamento do serviço Google na Alemanha aviva preocupação com proteção de dados. Berlim, Frankfurt, Hamburgo, Colônia e Munique estão entre primeiras cidades da Alemanha cujas ruas poderão ser visualizadas.
A Google pretende implementar na Alemanha, ainda em 2010, seu controvertido serviço de visualização de ruas, Google Street View. A partir de novembro e até o final do ano, as 20 maiores cidades alemãs também estarão online em imagens panorâmicas de 360º, divulgou a empresa na terça-feira (10/08), em Hamburgo.
Desse modo, o gigante das máquinas de busca ignora as reservas de especialistas em proteção de dados. Como única concessão a estes e à privacidade pessoal, nas fotos, a Google irá tornar rostos e placas irreconhecíveis, como já acontece no Street View de outros países. Além disso, inquilinos e proprietários terão quatro semanas para requerer que sua casa seja obliterada das fotos.
Berlim, Düsseldorf, Frankfurt, Leipzig, Hamburgo, Colônia e Munique estão entre as primeiras cidades da Alemanha cujas ruas poderão ser visualizadas, em detalhe, para todos os usuários da rede. O lançamento já havia sido há muito anunciado, portanto não é nenhuma surpresa. Mas enquanto alguns se alegram por poder ver em 3D os pontos turísticos das cidades alemãs na internet, outros não estão nada contentes, como é o caso do comissário federal para proteção de dados Peter Schaar.
"É perfeitamente compreensível o interesse de proprietários e inquilinos de que a forma como vivem não seja reproduzida tão detalhadamente, pois teme-se que as fotos também possam ser utilizadas por assaltantes para exercer seu ofício duvidoso. É preciso levar a sério tais receios." http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5890805,00.html
Saiba mais sobre o GOOGLE STREET VIEW
Este é um espaço destinado a uma maior interação PROFESSOR X ALUNO, mas também voltado para debates de temas do cotidiano, dicas culturais (cinema, música, teatro e livros), divulgação de cursos, palestras entre outros. Sejam bem vindos!
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
As palmadas que salvaram minha vida.
“Se chicotada resolvesse, não tinha tanto bandido no país”, foi com essa frase, digamos “brilhante”, que o Presidente da República Federativa do Brasil, o companheiro Lula, justificou o seu PLENO apoio ao projeto de lei contra castigos físicos a crianças, durante a cerimônia de comemoração dos 20 anos (14/07/2010) do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (ECA mesmo!).
Essas “sábias” palavras me fizeram refletir sobre a educação que me foi dada ao longo desses 32 anos de vida, por meus pais, “seu” Manoel e “Dona” Ana. De uma coisa me lembro muito bem, nesse longo processo de educação: das palmadas e dos frequentes castigos! Meus amigos, como apanhei! Como diria meu saudoso avô, “seu” João padeiro: “mais que mala velha para tirar o mofo”. Ah! Uma justificativa para tanto: eu nunca fui, digamos, um bom menino! Eu era simplesmente “virado na gota serena” (minha mãe pode provar o que estou dizendo!), e nem por isso virei um bandido, corrupto, desequilibrado ou fiquei traumatizado como dizem os psicopedagogos, hoje em dia!
Esse projeto de lei é, simplesmente, uma aberração. Até que ponto o Estado tem o direito de intervir na vida do cidadão ao ponto de dizer como ele deve ou não educar seus filhos? Ainda não tenho filhos, mas certamente não irei cumprir esta lei. Isso não quer dizer que não vou amá-los ou coisa do gênero, mas continuo achando que a boa e velha palmada é um recurso fundamental na educação de um filho. Como professor não acredito, e nunca acreditei, mesmo quando aluno (graças a D. Ivonete Ferreira Lins), que exista educação, formal ou não, sem disciplina e sem punição. A vida é assim! As leis existem para que as pessoas saibam que precisam ser punidas quando erram.
A cada dia que passa tenho a convicção de que estamos caminhando para trás, igual ao “moonwalker” de Michael Jackson. Infelizmente, não vejo um futuro de muita esperança, solidariedade, respeito pelo próximo, honestidade e vergonha na cara pelas pessoas do meu Brasil, tão amado!
Não quero dizer que educar, nos dias de hoje, seja fácil.
A sociedade mudou muito nos últimos anos, sem querer ser machista, vejo que o aumento da participação da mulher no mercado de trabalho tem sido um dos principais fatores desta mudança. A necessidade de aumentar a renda familiar forçou esse aumento. E o filhos? Bem, ficam na escola e ganham alguns presentes (celular de última geração, tênis da moda, computador etc.) para suprir a ausência dos pais, que estão trabalhando cada vez mais! Coitada da escola e da sociedade. São elas que terão que lidar com uma geração de crianças, adolescentes e jovens sem limite algum. Estou exagerando? Então, perguntem aos parentes do índio Galdino dos Santos (queimado vivo, por "garotos" ricos, enquanto dormia nas ruas de Brasília) e da jovem de 13 de anos de idade, vítima de estupro por dois colegas, em Santa Catarina! Os dois crimes foram cometidos, certamente, pela ausência das palmadas na educação dessas “crianças”.
No momento em que vivenciamos o surgimento da geração do “SIM”, eu digo: VIVAS AS PALMADAS! Ah! Obrigado, “seu” Manoel e “Dona” Ana, aquelas palmadas salvaram minha vida.
terça-feira, 13 de julho de 2010
conheça o projeto do TREM BALA "BRASILEIRO"
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/07/trem-bale-preve-sete-estacoes-obrigatorias.html
sábado, 10 de julho de 2010
Multidão vai às ruas de Barcelona defender autonomia catalã.
Mais de um milhão de pessoas se concentraram em Barcelona, neste sábado (10), para defender o estatuto de autonomia da Catalunha. A manifestação que percorreu o centro da cidade foi contra a decisão do Tribunal Constitucional da Espanha, tomada na véspera, que rejeitou reconhecer a Catalunha como nação e determinou que o catalão não tem preferência sobre o espanhol como língua na região.
O porta-voz da administração da cidade Manuel Campillo disse que a polícia contou 1,1 milhão de pessoas. Já a organizadora da manifestação, a Omnium Cultural, calculou a presença de 1,5 milhão, segundo o porta-voz Daniel Jove.
Jove disse que cerca de 1.400 organizações catalãs, incluindo sindicatos, partidos políticos, bem como associações culturais da região, convocaram seus membros para que participassem da passeata.
Dia ensolarado e temperatura alta atraíram muitas pessoas para a mobilização. Os canais de televisão mostraram uma multidão balançando bandeiras nacionalistas catalãs, cantando e carregando cartazes com os dizeres: "Nós somos a nação".
Os catalães têm sua própria língua e são orgulhosos de uma história que, até 1714, os relacionou à independência do reinado de Aragão.
Durante a ditadura do general Francisco Franco (1939-1975), os catalães foram proibidos de falar sua língua, assim como passou a ser ilegal publicar livros em catalão.
Decisão
A sentença que gerou o descontentamento do povo, da qual tomaram parte dez magistrados, entre os quais cinco expressaram desacordo com parte do conteúdo, afirmou que a Carta Magna somente reconhece a nação espanhola como uma unidade indivisível.
"A Constituição não conhece outra, a não ser a nação espanhola", diz o texto da sentença de 881 páginas, que responde a um recurso impetrado em 2006 pelo Partido Popular para que fossem revisados pontos considerados inconstitucionais no Estatut (a lei catalã) aprovado em referendo e pelos parlamentos espanhol e catalão nesse mesmo ano.
(Com informações das agências France Presse e AP)
Jove disse que cerca de 1.400 organizações catalãs, incluindo sindicatos, partidos políticos, bem como associações culturais da região, convocaram seus membros para que participassem da passeata.
Dia ensolarado e temperatura alta atraíram muitas pessoas para a mobilização. Os canais de televisão mostraram uma multidão balançando bandeiras nacionalistas catalãs, cantando e carregando cartazes com os dizeres: "Nós somos a nação".
Os catalães têm sua própria língua e são orgulhosos de uma história que, até 1714, os relacionou à independência do reinado de Aragão.
Durante a ditadura do general Francisco Franco (1939-1975), os catalães foram proibidos de falar sua língua, assim como passou a ser ilegal publicar livros em catalão.
Decisão
A sentença que gerou o descontentamento do povo, da qual tomaram parte dez magistrados, entre os quais cinco expressaram desacordo com parte do conteúdo, afirmou que a Carta Magna somente reconhece a nação espanhola como uma unidade indivisível.
"A Constituição não conhece outra, a não ser a nação espanhola", diz o texto da sentença de 881 páginas, que responde a um recurso impetrado em 2006 pelo Partido Popular para que fossem revisados pontos considerados inconstitucionais no Estatut (a lei catalã) aprovado em referendo e pelos parlamentos espanhol e catalão nesse mesmo ano.
(Com informações das agências France Presse e AP)
quinta-feira, 8 de julho de 2010
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