sexta-feira, 13 de maio de 2011

Robert F.Kennedy

Robert Francis Kennedy (20 de novembro de 1925 – 6 de junho de 1968), apelidado de Bobby e também RFK, foi Ministro da Justiça dos Estados Unidos da América de 1961 até 1964 tendo sido um dos primeiros a combater a Máfia, e Senador por Nova Iorque de 1965 até seu assassinato em Junho de 1968.



Ele foi um dos dois irmãos mais novos do presidente dos Estados Unidos da América, John F. Kennedy, e também um dos seus mais confiáveis conselheiros, Robert Kennedy acompanhou ativamente com o presidente a crise dos mísseis cubanos e fez uma importante contribuição no movimento pelos direitos civis dos afro-americanos.

Era católico como o irmão. Depois do assassinato de John em novembro de 1963, Kennedy continuou como Ministro da Justiça e trabalhou ainda com o Presidente Lyndon Johnson até setembro de 1964, quando se elegeu senador por Nova Iorque em Novembro daquele mesmo ano. Contra a guerra do Vietnam RFK rompeu com Johnson sobre a escalada militar americana no conflito, entre outras questões.

No início de 1968, Robert Kennedy anunciou a sua campanha para ser nomeado candidato à presidência pelo Partido Democrata. Kennedy vence McCarthy em uma decisiva eleição primária da Califórnia, que o colocaria como sério candidato a presidência, mas os disparos de Sirhan Sirhan, logo após a vitória na eleição primária, encerraram o sonho de Kennedy, que tinha apenas 42 anos, de suceder ao seu irmão.

Ainda em 1968 coube a Bobby anunciar a uma multidão de negros em Indianapolis a morte de Martin Luther King. Bobby recebeu um bilhete no palanque e, lá, anunciou da seguinte forma:

"- Tenho uma péssima notícia para dar-lhes, Martin Luther King foi assassinado assim como meu irmão. E, cabe a nós que ficamos lutar pela causa que eles sacrificaram as vidas: A justiça e a igualdade entre os homens"

No dia 5 de junho de 1968, o senador e pai de 10 filhos (sua mulher Ethel estava grávida do 11º), foi gravemente ferido por dois disparos na cabeça[1], no Hotel Embassy em Los Angeles, onde comemorava os resultados das eleições da prévia dos Democratas, dados por Sirhan Bishara Sirhan. Morreu no hospital Bom Samaritano de Los Angeles na manhã do dia seguinte, estando sua esposa Ethel ao seu lado. O Presidente Johnson declarou um dia de luto oficial em resposta ao cortejo público que acompanharam a perda de Kennedy em todo o País.

Martin Luther King

sexta-feira, 8 de abril de 2011

República Federativa do Brasil - Por Dayanne Almeida

Respeito está em falta nesse Brasil.
Em seus rios, jogaram as mentiras desta nação.
Procuram soldados para representar essas terras, mas
União só no futebol.
Bem que tentaram no dia sete de setembro,
Levaram os tanques e os civis para marchar,
Independência era o feriado
Comemoravam os patriotas,
Algo que os brasileiros nunca se importaram.

Foi pior para as nossas riquezas.
E coitada da natureza
Desta eles nem fazem questão,
Entrega de “bandeja” por qualquer moeda, para qualquer outra nação.
Risonhos campos, tornam-se clubes para o carnaval,
Amanhã e depois é só festa,
Tem comida,bebida e música .
Isso sim é que era para ser feriado.
Vamos comemorar o nada,
Aliás, não damos valor a nada.

Dos filhos deste solo,
O orgulho tomou o coração.

Brasil...
Ridicularizado mundo afora,
Atormentado pela sociedade desunida,
Sem proteção da população,
Ignorado pela nação,
Lealdade, só nos jogos da seleção

Dayanne Almeida é aluna do 1ºano do ensino médio do Colégio GGG, unidade Jequitinhonha.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Conheça a história de Salman Rushdie, um dos mais controversos escritores do século XX, autor do célebre VERSOS SATÂNICOS (1989).

Sir Ahmed Salman Rushdie KBE (Bombaim, 19 de Junho de 1947) é um ensaísta e autor de ficção britânico de origem indiana. Cresceu em Mumbai (antiga Bombaim) e estudou na Inglaterra, onde se formou com predicado (with honours) no King's College, Universidade de Cambridge. O seu estilo narrativo, mesclando o mito e a fantasia com a vida real, tem sido descrito como conectado com o realismo mágico. Rushdie casou-se com a famosa actriz e modelo indiana Padma Lakshmi, de quem anunciou divórcio em julho de 2007.

Rushdie foi condecorado em 15 de junho de 2007 como Cavaleiro Comandante do Império Britânico (Knight Commander of the British Empire), fato que provocou diversos protestos no mundo islâmico.

Obras
Estreou na literatura em 1975 com o romance Grimus.

Dono de um estilo próprio e dominando excelentes técnicas de narração, Rushdie já era um autor consagrado quando venceu o Prémio Booker em 1981 com a obra Os Filhos da Meia-Noite.

Tornou-se incomparavelmente mais famoso após a publicação do livro Versículos satânicos(em Portugal) Versos satânicos (no Brasil), em 1989, que causou controvérsia no mundo Islâmico, devido a este livro ter sido considerado ofensivo ao profeta Maomé. A 14 de Fevereiro de 1989, a fatwa ordenando a sua execução foi proferida pelo Aiatolá Ruhollah Khomeini, líder do Irã, chamando o seu livro de "blasfémia contra o Islão". Para além disso, Khomeini condenou Rushdie pelo crime de "apostasia" - fomentar o abandono da fé islâmica - o que de acordo com a Hadith é punível com a morte. Isto porque Rushdie comunicava através do romance que já não acreditava no Islão. Khomeini ordenou a todos os "muçulmanos zelosos" o dever de tentar assassinar o escritor, os editores do livro que soubessem dos conceitos do livro e quem tomasse conhecimento de seu conteúdo, conforme a fatwa. Devido a este fatos Rushdie foi forçado a vivier no anonimato por muitos anos.

A obra infanto-juvenil Haroun e o Mar de Histórias foi escrita pelo autor como uma forma de explicar ao seu filho por que razão tinha perdido a liberdade de expressão.

Com o seu primeiro romance pós-fatwa, intitulado O Último Suspiro do Mouro, foi vencedor do Prémio Whitebread.

Bibliografia:

  • Grimus (1975)
    Os Filhos da Meia-Noite Midnight's Children (1980)
    Vergonha Shame (1983)
    O Sorriso do Jaguar The Jaguar Smile: A Nicaraguan Journey (1987)
    Versos Satânicos The Satanic Verses (1989)
    Haroun e o Mar de Histórias Haroun and the Sea of Stories (1990)
    Pátrias Imaginárias Imaginary Homelands: Essays and Criticism, 1981-1991 (1992)
    Oriente, Ocidente East, West (1994)
    O Último Suspiro do Mouro The Moor's Last Sigh (1995)
    O Chão que Ela Pisa The Ground Beneath Her Feet (1999)
    Fúria Fury (2001)
    Step Across This Line: Collected Nonfiction 1992-2002 (2002)
    Shalimar, o Palhaço ou Shalimar, o Equilibrista (Brasil) Shalimar, the clown (2005)
    A Feiticeira de Florença The Enchantress of Florence (2008)

    FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Salman_rushdie

quarta-feira, 23 de março de 2011