Este é um espaço destinado a uma maior interação PROFESSOR X ALUNO, mas também voltado para debates de temas do cotidiano, dicas culturais (cinema, música, teatro e livros), divulgação de cursos, palestras entre outros. Sejam bem vindos!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Enchentes em Palmares.
Fotos da enchente em Palmares. As imagens que não foram exibidas na tv. Precisamos da ajuda de todos. Todo tipo e qualquer tipo de ajuda é muito bem vinda.

terça-feira, 15 de junho de 2010
Premiê britânico desculpa-se pelo "DOMINGO SANGRENTO"
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, desculpou-se publicamente nesta terça-feira (15/06) pelo massacre conhecido como "Bloody Sunday" (Domingo sangrento). Por ocasião da divulgação do longamente esperado relatório, Cameron desculpou-se: "Em nome do governo, eu lamento profundamente".
"Bloody Sunday"
Em 30 de janeiro de 1972, durante uma passeata pelos direitos civis na cidade norte-irlandesa de Londonderry, para-quedistas das Forças Armadas britânicas dispararam contra um grupo de manifestantes católicos desarmados, matando 13 deles. Um 14º morreu devido aos ferimentos, meses depois.
Em consequência, acirrou-se o conflito entre católicos e protestantes no país, com a ocorrência de diversos atentados terroristas do Exército Republicano Irlandês (IRA) nos meses seguintes, em represália. Todos os anos ocorre na cidade palco do massacre uma passeata em memória às vítimas. Por motivos políticos, os norte-irlandeses católicos retiraram o "London" do nome da cidade, denominado-a apenas "Derry".
"Bloody Sunday"
Em 30 de janeiro de 1972, durante uma passeata pelos direitos civis na cidade norte-irlandesa de Londonderry, para-quedistas das Forças Armadas britânicas dispararam contra um grupo de manifestantes católicos desarmados, matando 13 deles. Um 14º morreu devido aos ferimentos, meses depois.
Em consequência, acirrou-se o conflito entre católicos e protestantes no país, com a ocorrência de diversos atentados terroristas do Exército Republicano Irlandês (IRA) nos meses seguintes, em represália. Todos os anos ocorre na cidade palco do massacre uma passeata em memória às vítimas. Por motivos políticos, os norte-irlandeses católicos retiraram o "London" do nome da cidade, denominado-a apenas "Derry".
Até então, a tragédia não teve quaisquer consequências jurídicas para os soldados responsáveis. Pouco depois do "Domingo sangrento", uma comissão convocada por Londres concluiu que os soldados haviam agido em legítima defesa. Um tribunal inglês igualmente definiu o ocorrido como ato de defesa dos militares de elite contra terroristas irlandeses.
Em 1998, o então premiê britânico Tony Blair decretou a abertura de um novo processo, em apoio ao processo de paz na Irlanda do Norte. Familiares das vítimas e o governo apresentaram novos indícios e iniciaram-se os primeiros inquéritos públicos com o fim de investigar detalhadamente os fatos.
Justiça custosa
O processo, em que foram ouvidas cerca de 900 pessoas, consumiu 12 anos e o equivalente a 230 milhões de euros. Ao anunciar o relatório conclusivo de 5 mil páginas, nesta terça-feira em Londres, o premiê David Cameron observou: "Não há dúvida, o que aconteceu no 'Bloody Sunday' foi injustificado e injustificável. Foi errado". Ele ressaltou que nenhuma das vítimas estava armada e que os soldados não fizeram qualquer advertência antes de abrir fogo.
Havia temores de que o relatório reabrisse velhas feridas. Porém em Londonderry, segunda maior cidade da Irlanda do Norte, sua divulgação foi saudada pelos familiares das vítimas, ao lado de milhares de outros irlandeses.
O vice-premiê norte-irlandês Martin McGuinness disse não acreditar que o relatório reabra feridas. Na época do massacre, ele era o segundo comandante do grupo militante católico IRA em Londonderry. "Minha esperança é que esta seja uma exposição muito clara do terrível ato cometido naquele dia pelo Estado e pelas Forças Armadas britânicas. E que ela contribua para que nunca, nunca mais vejamos atos como esse, em nenhuma comunidade."
Em contrapartida, o partido DUP (Democratic Unionist Party), basicamente protestante e liderado pelo premiê norte-irlandês Peter Robinson, criticou o inquérito por criar uma "hierarquia das vítimas": "Mais de 3.500 pessoas foram mortas durante 'The Troubles' [período de conflitos sangrentos em torno do status constitucional da Irlanda, do final de 1960 até 1998], e há centenas de casos não resolvidos, aqui mesmo. E aí vemos centenas de milhões de libras serem gastas para investigar menos de duas dezenas dessas mortes".
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5687584,00.html em 15/06/2010.
sábado, 12 de junho de 2010
Quirguistão pede ajuda à Rússia para controlar violência
OSH, Quirguistão (Reuters) - O Quirguistão concedeu às suas forças de segurança o poder de atirar para matar e apelou por ajuda da Rússia, neste sábado, para por fim a confrontos étnicos que mataram pelo menos 77 pessoas e deixaram em chamas partes de duas grandes cidades.
O governo interino do país, que é uma ex-república da extinta União Soviética e possui em seu território bases militares norte-americanas e russas, decidiu numa reunião tarde da noite mobilizar parcialmente reservistas militares para combater a pior onda de violência desde a deposição do presidente, em abril.
As autoridades autorizaram as forças de segurança a atirar para matar nas regiões de Osh e Jalalabad, no sul do país, onde gangues armadas vêm pondo fogo em casas e negócios de pessoas da etnia uzbeque, ignorando o toque de recolher.
O uso de força letal foi permitido para a defesa dos civis, em autodefesa e no caso de ataques armadas ou em massa, nas áreas onde foi declarado estado de emergência, assinalou o governo em um decreto.
"Nós precisamos que entrem em ação forças de segurança de fora da área para acalmar a situação", afirmou a repórteres, antes do decreto, a líder interina do governo, Roza Otunbayeva. "Nós fizemos um apelo à Rússia por ajuda e eu já assinei a carta endereçada ao presidente (russo) Dmitry Medvedev."
Mas a Rússia afirmou que agora não é hora de intervir.
"É um conflito interno e por ora a Rússia não vê condições de tomar parte na sua solução", disse a porta-voz de Medvedev, Natalya Timakova, segundo a agência de notícias Interfax.
O Quirguistão tem 5,3 milhões de habitantes e é um Estado pobre da Ásia Central. O governo declarou na manhã de sexta-feira estado de emergência em Osh e vários distritos rurais depois que gangues de grupos étnicos rivais entraram em choque usando armas, barras de ferro e coquetéis molotov.
O reinício dos tumultos no Quirguistão vai alimentar preocupações na Rússia, EUA e na vizinha China. O governo norte-americano usa uma base aérea em Manas, no norte do país, situada a cerca de 300 quilômetros de Osh, para suprir suas tropas no Afeganistão.
Foi interrompido o suprimento de gás para Osh, palco de tiroteios na sexta-feira e neste sábado, e algumas áreas ficaram sem eletricidade.
"Todos os lugares estão em chamas: casas, restaurantes e cafés de uzbeques. O país inteiro está coberto de fumaça", disse Dilmurad Ishanov, que atua na defesa dos direitos humanos e é da etnia uzbeque. "Nós não precisamos das autoridades quirguizes, precisamos da Rússia. Precisamos de tropas. Precisamos de ajuda."
A violência e o toque de recolher se estenderam para a região de Jalalabad, neste sábado, onde irrompeu a violência em uma universidade uzbeque.
O Ministério da Saúde informou que pelo menos 77 pessoas foram mortas, seis delas em Jalalabad, e mais de mil ficaram feridas na violência nessa região, no sul do país, poderosa base do presidente Kurmanbek Bakiyev.
Bakiyev foi deposto por uma revolta popular em 7 de abril. A líder interina, Otunbayeva, disse que a cifra final provavelmente será maior.
O Quirguistão, país que se tornou independente com o colapso da União Soviética, em 1991, está passando por conflitos internos desde a revolta que derrubou Bakiyev, o que faz surgir o temor de uma guerra civil.
Partidários de Bakiyev, agora exilados na Bielo-Rússia, tomaram por um curto período edifícios governamentais no sul em 13 de maio, desafiando o governo central de Otunbayeva, na capital, Bishkek.
Os últimos confrontos marcam a pior violência étnica no país desde 1990, quando o então líder soviético, Mikhail Gorbachev, enviou tropas à região depois que centenas de pessoas foram mortas em Osh e arredores.
A Rússia informou que vai discutir a situação atual na segunda-feira na reunião do grupo de segurança que reúne ex-repúblicas soviéticas, conhecido como Organização do Tratado de Segurança Coletiva.
O Quirguistão e o Uzbequistão estão entrelaçados no Vale de Fergana. Embora os uzbeques perfaçam perto de 14,5 por cento da população quirguiz, os dois grupos têm praticamente a mesma proporção nas regiões de Osh e Jalalabad.
O governo agora enfrenta um grande desafio ao tentar retomar o controle da área, disse Lilit Gevorgyan, do IHS Global Insight. "A explosiva combinação de uma contra-revolução e um conflito étnico representa a maior ameaça para o futuro da revolução quirguiz."
www.yahoo.com.br
O governo interino do país, que é uma ex-república da extinta União Soviética e possui em seu território bases militares norte-americanas e russas, decidiu numa reunião tarde da noite mobilizar parcialmente reservistas militares para combater a pior onda de violência desde a deposição do presidente, em abril.As autoridades autorizaram as forças de segurança a atirar para matar nas regiões de Osh e Jalalabad, no sul do país, onde gangues armadas vêm pondo fogo em casas e negócios de pessoas da etnia uzbeque, ignorando o toque de recolher.
O uso de força letal foi permitido para a defesa dos civis, em autodefesa e no caso de ataques armadas ou em massa, nas áreas onde foi declarado estado de emergência, assinalou o governo em um decreto.
"Nós precisamos que entrem em ação forças de segurança de fora da área para acalmar a situação", afirmou a repórteres, antes do decreto, a líder interina do governo, Roza Otunbayeva. "Nós fizemos um apelo à Rússia por ajuda e eu já assinei a carta endereçada ao presidente (russo) Dmitry Medvedev."
Mas a Rússia afirmou que agora não é hora de intervir.
"É um conflito interno e por ora a Rússia não vê condições de tomar parte na sua solução", disse a porta-voz de Medvedev, Natalya Timakova, segundo a agência de notícias Interfax.
O Quirguistão tem 5,3 milhões de habitantes e é um Estado pobre da Ásia Central. O governo declarou na manhã de sexta-feira estado de emergência em Osh e vários distritos rurais depois que gangues de grupos étnicos rivais entraram em choque usando armas, barras de ferro e coquetéis molotov.
O reinício dos tumultos no Quirguistão vai alimentar preocupações na Rússia, EUA e na vizinha China. O governo norte-americano usa uma base aérea em Manas, no norte do país, situada a cerca de 300 quilômetros de Osh, para suprir suas tropas no Afeganistão.
Foi interrompido o suprimento de gás para Osh, palco de tiroteios na sexta-feira e neste sábado, e algumas áreas ficaram sem eletricidade.
"Todos os lugares estão em chamas: casas, restaurantes e cafés de uzbeques. O país inteiro está coberto de fumaça", disse Dilmurad Ishanov, que atua na defesa dos direitos humanos e é da etnia uzbeque. "Nós não precisamos das autoridades quirguizes, precisamos da Rússia. Precisamos de tropas. Precisamos de ajuda."
A violência e o toque de recolher se estenderam para a região de Jalalabad, neste sábado, onde irrompeu a violência em uma universidade uzbeque.
O Ministério da Saúde informou que pelo menos 77 pessoas foram mortas, seis delas em Jalalabad, e mais de mil ficaram feridas na violência nessa região, no sul do país, poderosa base do presidente Kurmanbek Bakiyev.
Bakiyev foi deposto por uma revolta popular em 7 de abril. A líder interina, Otunbayeva, disse que a cifra final provavelmente será maior.
O Quirguistão, país que se tornou independente com o colapso da União Soviética, em 1991, está passando por conflitos internos desde a revolta que derrubou Bakiyev, o que faz surgir o temor de uma guerra civil.
Partidários de Bakiyev, agora exilados na Bielo-Rússia, tomaram por um curto período edifícios governamentais no sul em 13 de maio, desafiando o governo central de Otunbayeva, na capital, Bishkek.
Os últimos confrontos marcam a pior violência étnica no país desde 1990, quando o então líder soviético, Mikhail Gorbachev, enviou tropas à região depois que centenas de pessoas foram mortas em Osh e arredores.
A Rússia informou que vai discutir a situação atual na segunda-feira na reunião do grupo de segurança que reúne ex-repúblicas soviéticas, conhecido como Organização do Tratado de Segurança Coletiva.
O Quirguistão e o Uzbequistão estão entrelaçados no Vale de Fergana. Embora os uzbeques perfaçam perto de 14,5 por cento da população quirguiz, os dois grupos têm praticamente a mesma proporção nas regiões de Osh e Jalalabad.
O governo agora enfrenta um grande desafio ao tentar retomar o controle da área, disse Lilit Gevorgyan, do IHS Global Insight. "A explosiva combinação de uma contra-revolução e um conflito étnico representa a maior ameaça para o futuro da revolução quirguiz."
www.yahoo.com.br
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Blog sobre GEOPROCESSAMENTO
Petróleo na Amazônia
Conheça um pouco mais sobre a exploração de petróleo na BACIA DE URUCU, em plena selva, amazônica.
DOWNLOAD - APOSTILA SOBRE GPS
Para aqueles que gostam das geotecnologias ou desejam conhecer um pouco mais, estou postando um link da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, onde vocês podem fazer o download da apostila sobre GPS elaborada por mim.
http://www.topografia.ufsc.br/Apostila-GPS.pdf
Grande abraço e boa leitura.
http://www.topografia.ufsc.br/Apostila-GPS.pdf
Grande abraço e boa leitura.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)


